Tantos sonhos sonhados
Tantas lágrimas derramadas
Tantas ilusões criadas.
Para no fim apenas ficar
A saudade daquilo
Que não consegui realizar.
A razão interpela a verdade
Não deixando a consciência florescer.
A razão interpõe-se entre o sonho e a realidade
Deixando apenas aquele estranho querer.
Querendo mas não conseguindo.
Desejando mas sempre se afastando
Daquela ilusão, daquele desejo
Daquela vontade, daquele ensejo.
Sim a verdade e a realidade e a consciência
Serão sempre obstáculos para a concretização
De tudo aquilo que está na base da fantasia
E da sua criação.
Oh! Quem me dera ter asas e poder voar
E meus sonhos, concretizar!
Oh! Quem me dera ao maior cerro
Poder trepar
E minhas mágoas poder,
Para fora, gritar!
Oh! Quem me dera
Quem me dera
Quem me dera…
A poesia faz parte da minha vida como o ar que respiro. Desde cedo nutro um fascínio pelos grandes poetas portugueses, em especial Fernando Pessoa. Desde pequena que o sonho habita os meus dias, como refúgio de uma realidade tantas vezes insípida. Sou sonhadora. Sou apaixonada pela vida e pelas palavras que ecoam dentro de mim. Sou eu… aquela que não se conforma com uma realidade tão pobre de verdade.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
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