Na escuridão do mundo interno
A luz tarda em aparecer;
Para abrir a porta ao mundo externo,
E dar-me energia para viver!
O Destino e o Fado complementam-se
Ambos estão em sincronia.
As tristezas e desilusões são tantas
Que me invadem com uma estranha agonia.
O caminho que me talhaste
Oh! Destino, que trágico….
Mas tu nunca pensaste,
Que os obstáculos que me criaste
Não se destruiriam num mundo mágico?
No meio do nevoeiro procurei encontrar
O caminho que me talhaste,
Oh! Destino cruel.
Mas ainda não consegui encontrar
No mundo, o meu papel!
Porque é tão difícil
Porque é tão complicado
Encontrar um pedacinho de felicidade
Neste mundo tão desgastado.
Neste pequeno pedaço do mundo
Onde vivo tão prazenteiramente
Apenas queria realizar
A outra parte do meu sonho
Que ainda não consegui concretizar!
Sonhava com uma casa e uma família
O que tu me deste, em bendita hora
Oh! Destino. Tão prontamente me ajudaste.
Mas sem me pedires autorização
Mais obstáculos, me colocaste.
É difícil realizar e não sei como conseguir
Um emprego encontrar
Nesta pequena localidade,
Que de boa vontade me deixou entrar,
E com os seus braços a abrir.
Divagando por aqui ando
Neste mundo sem destino,
Tentando encontrar um sentido
Para minha alma tão oprimida
Que neste mundo se vai omitindo.
A poesia faz parte da minha vida como o ar que respiro. Desde cedo nutro um fascínio pelos grandes poetas portugueses, em especial Fernando Pessoa. Desde pequena que o sonho habita os meus dias, como refúgio de uma realidade tantas vezes insípida. Sou sonhadora. Sou apaixonada pela vida e pelas palavras que ecoam dentro de mim. Sou eu… aquela que não se conforma com uma realidade tão pobre de verdade.
sábado, 6 de junho de 2009
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