Porquê que não afirmo “Estou Feliz”
Porquê que não afirmo “ Estou satisfeita”
Porquê que não afirmo “Não vou desanimar”
Porquê que só penso ao contrário? Porquê?
Tantas questões e nenhuma resposta.
Tantas inseguranças, tantas crises de identidade.
Sinto-me a derrapar para fora da realidade,
Sinto o meu cérebro a atrofiar com a verdade.
Estou parada, olhando o infinito
Estou de olhos fitos no horizonte.
Nada muda diante do meu olhar
Apenas aquela melodia ouço tocar.
É aquela melodia que me dá força
É aquele som que trás ânimo
E a lutar continuar
Para no sonho não me imobilizar.
Quero tanto encontrar
A solução miraculosa
Que leve a entender
A vida dolorosa.
Quero ter força
Para não desistir
Entender o meu ser
E a minha maneira de sentir.
Tudo passa, tudo esquece
O tempo é quem me vai ajudar
Fazer com que o negativismo desapareça
E me fazer, a minha força, encontrar.
E no fim será que, a resposta, vou encontrar
Às questões que me surgem no cérebro?
Serei capaz de modo ciente e coerente a todas elas responder?
Estarei pronta para, mais questões, não fazer?
Responder a questões com outras questões
É a resposta a que consigo chegar.
A poesia faz parte da minha vida como o ar que respiro. Desde cedo nutro um fascínio pelos grandes poetas portugueses, em especial Fernando Pessoa. Desde pequena que o sonho habita os meus dias, como refúgio de uma realidade tantas vezes insípida. Sou sonhadora. Sou apaixonada pela vida e pelas palavras que ecoam dentro de mim. Sou eu… aquela que não se conforma com uma realidade tão pobre de verdade.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
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