Quis superar meus medos,
quis meus sonhos desencantar.
Lancei-me sobre rochedos.
E de olhos fechados atirei-me ao ar.
Pensando em algodão cair
Pensando não me magoar.
Mas de repente comecei a sentir,
O mundo debaixo de mim a desabar.
O Nada me dominou,
À deriva meu sonho ficou.
Sem rumo fiquei prostrada
E a minha mente bloqueou.
O tempo nao quis parar.
E continou sempre a girar.
Não me deu tempo para acabar
E meu objectivo alcançar.
Ri-te, Ri-te tempo desnaturado,
Que me falhaste quando necessitava de ti.
Pensavas derrubar-me com teu bastão dourado;
Eganaste-te, pois ainda não chegou ao fim.
A poesia faz parte da minha vida como o ar que respiro. Desde cedo nutro um fascínio pelos grandes poetas portugueses, em especial Fernando Pessoa. Desde pequena que o sonho habita os meus dias, como refúgio de uma realidade tantas vezes insípida. Sou sonhadora. Sou apaixonada pela vida e pelas palavras que ecoam dentro de mim. Sou eu… aquela que não se conforma com uma realidade tão pobre de verdade.
terça-feira, 9 de junho de 2009
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