Lágrimas silenciosas dos meus olhos
estão a cair,
Banhando meu rosto
Que as não consegue sentir.
Lágrimas silenciosas que
Brotam do fundo da minha alma.
Que transmitem a dor esquecida,
Despertando minha mente adormecida.
O desespero vai-se acumulando,
Nada existe que desvie a dor desta alma,
Enclausurada num manto de desesperança.
Nada lhe consegue levar a calma,
Nada existe que lhe dê confiança.
Olhando pela janela com seus olhos encharcados,
Observando as gotas de chuva que caiem lá fora,
Até parece que se misturam com suas lágrimas frias,
que teimam em rolar pela sua face, naquela triste hora,
E no silêncio da dor que trespassa suas alegrias.
A poesia faz parte da minha vida como o ar que respiro. Desde cedo nutro um fascínio pelos grandes poetas portugueses, em especial Fernando Pessoa. Desde pequena que o sonho habita os meus dias, como refúgio de uma realidade tantas vezes insípida. Sou sonhadora. Sou apaixonada pela vida e pelas palavras que ecoam dentro de mim. Sou eu… aquela que não se conforma com uma realidade tão pobre de verdade.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
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